quarta-feira, maio 03, 2006


mÚSICA & dESIGN

na música como no totobola - sempre dose tripla.
Amores imperfeitos # 74

Sandro delira com a forma como Miles manobrava o trompete, Carina sempre ouviu dizer na catequese que isso pode causar cegueira.

No posto de escuta

ser surpreendido com um soco nos dentes gravado em 1970. Sentir um aperto no coração e achar que não consigo escrever sobre mais nada.
Lisboa em baixa resolução # 119 [fauna do meu bairro]

Direito ao contraditório ou da procura da piada fácil

uma referência ao agridoce no reputado blogue manchas será uma nódoa no curriculum?
Jet sets imperfeitos

O sonho de Carina era aparecer na televisão. Nem que fosse num rodapé de telejornal, entre uma feira de enchidos e o procurador-geral da república, ficando enquadrada com gente famosa que passa o tempo a encher chouriços.

terça-feira, maio 02, 2006


mÚSICA & dESIGN

sonhos pop a Oriente
Politólogos imperfeitos # 13

Ruca não sabe quais são as três premissas fulcrais da Revolução Francesa mas sabe que o Desportivo de Chaves teve em tempos um ataque de revolucinário com Sabu, Miner e Matute.
Errata

afinal o vidro duplo não se quebrou. Sou péssimo a ler sinais, o que explica a minha má relação com a astrologia e com os [não] engates da adolescência.

segunda-feira, maio 01, 2006

Publicidade institucional

agridoce, o blogue com mais cadáveres na barra de links do que um filme do Tarantino.

Dos falecimentos

o fim de mais três blogues onde eu gostava muito de pôr os olhos. Isto sim, são coisas de mau gosto.
Amores imperfeitos # 73

ao ouvir Sandro falar sobre a violência dos adolescentes e a enxovalhar a rebeldia de pacote de películas como as Mentes que Brilham, Carina estremece ao perceber que isto pode ser uma piada azeda aos meninos de Chernobi. Ou Sherlocki. Ou Sarkozy, ou lá o que é.

Em 1 de Maio de 1886 os operários de Chicago pagaram com a vida a ousadia de reclamar melhores condições de trabalho. Hoje, quando comer o meu courato old-fashioned com a incontornável "mine" preta vou brindar à sua luta. E pensar naqueles liberais bem-pensantes, alguns de fulgurante passado esquerdista, que agora nos dizem "consolida filho, consolida". Como cantava o outro sem perder actualidade.

domingo, abril 30, 2006


Ir ao cinema ver retratos da imigração e sentir embaraço com os meus compatriotas

"És do Paquistão? Paquistão é Marrocos, né? Ai não? Não é tudo a mesma coisa, Paquistão e Marrocos?"

sábado, abril 29, 2006

É a mili, é a mili, é a miliquinhento

a pretexto de uma compra de estante, com subsequentes montagem, redistribuição e limpeza do modesto património bibliográfico, constato: temos imensos livros sobre ciganos.
Publicidade institucional

agridoce, o blogue sobre coisa nenhuma que mete o bedelho em tudo e mais alguma coisa.

sexta-feira, abril 28, 2006

Lisboa em baixa resolução # 118 [wc sightseeing]


No posto de escuta

de quando se me escapa o pé para os terrenos da dança. Ainda por cima com gente de belíssimo site pessoal.
Das diferenças que fazem a diferença # 10

Intelectual do burgo que se preze educou a sua relação com a morte desde cedo, junto dos melhores exemplos de representação artística relativos a tão funesto tema. Acompanhados pelas avós/tias/madrinhas em périplos de cultura e formação da personalidade confrontaram-se com a mortalidade perante peças de génio. O terror absorvente d'O Triunfo da Morte de Dürer no museu do Prado, a luminosidade única de Salomé recebe a cabeça de S. João Baptista imaginada por Caravaggio, ali à londrina National Gallery, o drama do sacerdote Laocoonte em luta agonizante com as serpentes de Apolo, drama de desfecho trágico conhecido enquadrado na opulência do acervo vaticano. O beco sem saída da coisa mortal, a incontornável degenerescência física que todos enfrentarão, todo o sentido da Vida deglutido à sombra dos melhores mestres.
No meu caso semprei me deixei fascinar na meninice pelas máquinas de fritar moscas que povoam cafés, casas de pasto e churrasqueiras. Comercializadas pelo mítico distribuidor O Dimas conseguiram familiarizar-me também o terror das mortes em massa, com a luz hipnótica roxa, que também é uma certa forma de arte barroca, com o desfecho trágico de inocentes insectos.

Hoje cresci e tenho este blogue. Todas as coisas têm uma explicação.

mÚSICA & dESIGN

a dar o tom para o fim-de-semana longo
Gente errada nas profissões erradas # 2

o sacristão barman. Não distingue o corpo de Deus do copo de três.
Lisboa em baixa resolução # 117 [gostar de mães 2]

quinta-feira, abril 27, 2006

Eu fui ao Cultura Estúpido # 3

o melhor momento do debate foi trazido por Ferreira Fernandes directamente de uma parede da Rua do Salitre, na qual se diz "Se Deus existe isso é problema dele". José Policarpo não comenta.

da memória ao pontapé

de uma forma simples e sobejamente conhecida: a antiga sede da PIDE à António Maria Cardoso vai ser mesmo um condomínio de luxo. Gente de alta classe social e pouca classe pessoal pagará couro, cabelo, próteses e liftings para beberricar dry martinis à janela com vista para Tejo, Chiado e outros casarios, sem pensar nas camadas de gente a quem foram dados uns "safanões" naquele mesmo espaço. Blogger blasé que se preze, membro da confederação bem-pensante que se limita a encolher displicentemente os ombros ao 25 do 4 como muito tenho visto por estes dias, deve achar que estas são preocupações de esquerdalhos anal-retentivos que nunca conseguiram tragar as inevitabilidades do mercado. Eu cá acho que não passa de mais uma vergonha, num país que já não sabe o que isso é. Mas isso sou eu, moço inconsequente que se leva pouco a sério. Quem quiser informar-se com mais substância deve ir aqui, ainda há gente que se movimenta por essas ideias old fashioned. Eu por mim, rabisco.
Eu fui ao Cultura Estúpido # 2

polemizando sobre um caso em França Ferreira Fernandes disse "eu estou totalmente do lado dos bo-bo". Ruca concorda mas portuguesmente chama-lhes imperial de joelhos.
Literatos imperfeitos # 8

Ruca, o excluido do ensino para quem "ser de Letras" significa andar a pagar alguma coisa a prestações.
Eu fui ao Cultura Estúpido # 1

prometeu-se falar do Futuro do humor, assim com letra grande. Afinal falou-se do Gato Fedorento, bom senso, Maomé, cartoons, Monty Python, Islão, mais bom senso, blogues e liberdade de expressão. Quanto a previsões é melhor ligar ao professor Karamba. Ou ao professor Bambo, que deve ser mais em conta.
Das armadilhas do discurso

vem hoje com o jornal Público um destacável sobre Matemática, destinado a captar a atenção das camadas juvenis. À parte o muito visível patrocínio do BES, que como se sabe tem uma apetência por números mais ou menos gordos e obscuros em universo -R [ver questões dos sobreiros, mensalões ou transferências para as ilhas Caimão], louve-se a iniciativa. Acontece que a insistência em grafias como "Kalkular", que dá nome ao dito suplemento, obrigará num futuro próximo à edição de suplementos para ajudar ao Português. Já tenho uma sugestão para nome....."Kamões é Kool".
Estás atento ao meu blogue José Manuel Fernandes? Tantas ideias boas e ninguém repara em mim. Koda-se!!

quarta-feira, abril 26, 2006


Ah e tal_________________é quiz musical, escandalosamente fácil

I am the son
And the heir

Of a shyness that is criminally vulgar

I am the son and heir

Of nothing in particular

You shut your mouth

How can you say

I go about things the wrong way?

I am human and I need to be loved
Just like everybody else does


I am the son
And the heir

Of a shyness that is criminally vulgar

I am the son and heir

Of nothing in particular


You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way?

I am human and I need to be loved
Just like everybody else does


There's a club if you'd like to go

You could meet somebody who really loves you

So you go and you stand on your own
And you leave on your own

And you go home and you cry

And you want to die

When you say it's gonna happen "now"
Well when exactly do you mean?

See I've already waited too long

And all my hope is gone


You shut your mouth

How can you say

I go about things the wrong way?
I am human and I need to be loved

Just like everybody else does


make your bids, que Abril deixa-me generoso
Sintra em baixa resolução # 8 [yin e yang]