quarta-feira, agosto 17, 2005

Crónicas alfacinhas XII

A senhora X passeia-se indolentemente pelo bairro. Não usa as próprias pernas pois está condicionada à cadeira de rodas. Apesar da contrariedade recusa ser a "coitadinha" e enveredou pelo empreendorismo. Do alto da sua cadeira é uma das maiores traficantes de droga da vizinhança. E sempre dentro da lei geral, tal como atesta o colete de sinalização fluorescente que transporta no seu veículo locomotor.