Crónicas Alfacinhas I
Dia morno, 2ª feira igual a tantas outras em bairro de alta pluviosidade social. Mesmo sem zaragata de monta, um popular largou um proverbial cagalhão à porta do gabinete dos (semi) poderes públicos que gerem o dito. O dito bairro, claro. Em Lisboa. Uma valente bosta. Humana. Os mais espirituosos que por lá fazem quotidioano e ganha-pão olham e riem. Tudo normal no país real.