Publicidade institucional
agridoce, o blogue que cumprirá o seu sonho quando for citado por quem nunca o leu.
quarta-feira, abril 26, 2006
Espaço pub
É a Cultura Estúpido, hoje às 18h30 no São Luiz
Convidados: Rui Tavares e Ferreira Fernandes.
Moderador: Nuno Costa Santos. Agente provocador: Nuno Artur Silva.
Briefing: Prevê-se uma conversa solta sobre o futuro da comédia, com duas pessoas que fazem uso do humor nas suas actividades - a bloguística, ensaística e (agora) cronística, no caso do Rui Tavares; a cronística e jornalística (no caso do Ferreira Fernandes). Procurar-se-á responder a perguntas como: "De que Falamos Quando Falamos de Humor" e "O que é que nos fará rir daqui a 50 anos?".
prognósticos só no fim do jogo digo eu, rir daqui a 50 anos deverá ser algo marcado por mandatos presidenciais de gente que terá medalhado bolos-rei e anões de jardim, entre outras bizarrias. Mas isso digo eu, que não tenho cultura, estúpido. Ou cultura estúpida. Ou cultura de estúpidos. Ou uma cultura estúpida como...... olival no alto minho. Até logo, então.
É a Cultura Estúpido, hoje às 18h30 no São Luiz
Convidados: Rui Tavares e Ferreira Fernandes.
Moderador: Nuno Costa Santos. Agente provocador: Nuno Artur Silva.
Briefing: Prevê-se uma conversa solta sobre o futuro da comédia, com duas pessoas que fazem uso do humor nas suas actividades - a bloguística, ensaística e (agora) cronística, no caso do Rui Tavares; a cronística e jornalística (no caso do Ferreira Fernandes). Procurar-se-á responder a perguntas como: "De que Falamos Quando Falamos de Humor" e "O que é que nos fará rir daqui a 50 anos?".
prognósticos só no fim do jogo digo eu, rir daqui a 50 anos deverá ser algo marcado por mandatos presidenciais de gente que terá medalhado bolos-rei e anões de jardim, entre outras bizarrias. Mas isso digo eu, que não tenho cultura, estúpido. Ou cultura estúpida. Ou cultura de estúpidos. Ou uma cultura estúpida como...... olival no alto minho. Até logo, então.
terça-feira, abril 25, 2006

Das más efemérides
por ocasião do 20º aniversário do desatre nuclear a SIC Notícias está a passar neste momento um documentário sobre crianças e adolescentes, "meninos de Chernobyl", que por acordo entre a Ucrânia e Cuba estão a ser tratados no Hospital de Tarara. Parece que neste local se combatem de forma eficaz diversos tipos de cancros e doenças dermatológicas decorrentes da radiação.
Confrontado com isto José Manuel Fernandes deve estar a redigir o editorial de amanhã, em que apelará a que estes meninos abandonem aquela terra, evitando assim legitimações de um regime torcionário e feroz. Yuchenko é que não deve estar para aí virado. E o Zé Manel que simpatizava tanto com ele.
segunda-feira, abril 24, 2006

Presença # 4 no Indielisboa [Mirrormask]
mergulhar no adobe photoshop para ser inundado de beleza e querer ser assim gráfico, luxuriante na vida real. Cinema? também o é, de certa maneira.
domingo, abril 23, 2006
Home sweet homeCom um cumprimento ao Zé Mário, anuncio que não sou escriba, não sou conservador nem sou de direita mas tenho um fraquinho pelo anjo pornográfico Nelson Rodrigues. Este exemplar que aqui se apresenta ainda não o degustei, embora já o tenha comprado há mais de ano e meio. Vegetava durante estes licenciosos meses em casa do meu amigo Kaiser Soze, a quem o emprestei sem antes o ter desfolhado, como quem cede uma garfada do seu prato antes de sequer prová-lo. Erro crasso, este bom filho que a casa torna encontra agora uma longa lista de prioridades à sua frente, pelo que a sua leitura será atirada para as calendas. É livro de destino aziago, está visto. Como o das relações amorosas que nele se exploram, de x-acto e verbo em punho.

Eles não precisam de mais publicidade, muito menos num pasquim de idiossincrasias de deboche, mas que é a dita é merecida, é-o de facto. A programação completa está aqui, qual esmola grande de que o pobre desconfia porque 3 euros aqui, 3 euros ali e lá se vai o salário em mise en scnenes (piscar de olho a Luis Miguel Oliveira e Augusto M. Seabra).
Ontem fui esmagado pela poesia do corta e cola de Edgar Pêra em homenagem ao mestre Paredes, de profissão arquivador de radiografias [Movimentos Perpétuos - Cine-tributo a Carlos Paredes] e fiquei mesmo desconcertado pelo culto e idolatria de Morrissey e dos Smiths (??!) na comunidade hispânica do sul da Califórnia [Is it really strange?], um mimo pop em registo freak.
O programa soma e segue, hoje cheira-me À Flor da Pele de Catarina Mourão.
sexta-feira, abril 21, 2006
quinta-feira, abril 20, 2006
Espaço Pub
na caixa de email um aviso de lançamento de mais um livro da muito recomendável Tinta da China, enviado pela editora Bárbara Bulhosa, para quem por coincidência já trabalhei em tempos idos de livros e shopping centers. Segue o verbo acerca do "novo" Cândido ou o Optimismo:
"A presente tradução, baseada na reprodução de um original da primeira edição guardado na Biblioteca Nacional de França, procura reabilitar o texto na sua versão inicial, preservando ao máximo as características típicas do discurso de Voltaire nos seus "contos filosóficos": frescura, liberdade de forma e imaginação. A ideia é que, apesar de traduzido, o leitor possa ler Voltaire e não os seus editores e fixadores de texto dos quase 250 anos que entretanto passaram."
A apresentação será feita pelo incontornável Rui Tavares no dia 23, pelas 18h30 na FNAC ao Chiado. Sim o mesmo Rui Tavares que enfrenta a liberal-demagógica Helena Matos nas páginas de sábado do Público. Deve ser cousa boa.
na caixa de email um aviso de lançamento de mais um livro da muito recomendável Tinta da China, enviado pela editora Bárbara Bulhosa, para quem por coincidência já trabalhei em tempos idos de livros e shopping centers. Segue o verbo acerca do "novo" Cândido ou o Optimismo:
"A presente tradução, baseada na reprodução de um original da primeira edição guardado na Biblioteca Nacional de França, procura reabilitar o texto na sua versão inicial, preservando ao máximo as características típicas do discurso de Voltaire nos seus "contos filosóficos": frescura, liberdade de forma e imaginação. A ideia é que, apesar de traduzido, o leitor possa ler Voltaire e não os seus editores e fixadores de texto dos quase 250 anos que entretanto passaram."
A apresentação será feita pelo incontornável Rui Tavares no dia 23, pelas 18h30 na FNAC ao Chiado. Sim o mesmo Rui Tavares que enfrenta a liberal-demagógica Helena Matos nas páginas de sábado do Público. Deve ser cousa boa.
quarta-feira, abril 19, 2006

Bonecos animados imperfeitos
se eu fosse um personagem do South Park teria mais ou menos este aspecto. E você?

Das fogueiras e outros lumes
faz hoje 500 anos que se assistiu à chacina de judeus em Lisboa, episódio da nossa História parcamente retratado no espaço público. Só tomei conhecimento deste "incidente" com a leitura há uns anos atrás d'O Último Cabalista de Lisboa, best-seller à sua escala do agora também português Richard Zimler. Foi um abanão mental, um dedo numa ferida que desconhecia. Para assinalar a data o Nuno Guerreiro, blogger clássico da nossa esfera, que eu não conheço de parte nenhuma, lançou a ideia de hoje rumar ao Rossio para acender uma vela in memoriam dos cerca de quatro mil consumidos no ódio dos gentios. Essa mesma ideia, que me parece absolutamente legítima, provocou reboliço, trocas de mimos entre blogues, acusações de manipulação, o diabo a sete. Se forem a um ou outro blogue famoso encontrarão as pistas do debate. Como disse, desconheço o Nuno, não sei se tem uma agenda política, um palm top ou um mero filofax, se é um judeu com segundas, terceiras ou quartas intenções. Simplesmente acho que teve uma óptima ideia e eu vou estar lá, a partir das 19h, tal como consta nos apelos.
Houve quem argumentasse "o que tenho eu a ver com aquilo que os lisboetas fizeram há 500 anos?" Suponho que sejam os mesmos que ignoram o Natal porque não têm nada a ver com um judeu com a mania das lideranças, nascido há 2000 anos, ou aqueles que trabalham invariavelmente no 10 de junho porque não se revêem num zarolho que escreveu umas larachas sobre ninfas e Vénus, em nome não se sabe bem de quem, do meu não foi concerteza.
Desafortunadamente, hoje também é o dia em que assinalo a morte do meu morto "mais importante", assim se pudesse atribuir uma escala de importância a quem nos foge por entre os dedos. A vela também servirá para ele, onde quer que esteja.
Este post é uma mera pausa, o disparate regressa ao agridoce dentro de momentos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)












