Monumento Kitsch
http://www.devilducky.com/media/38195
não há palavras que o descrevam. Uma dica de bunda do meu amigo Romero.
quarta-feira, novembro 23, 2005
Publicidades imperfeitas # 1
Se a TMN espelhasse o povo Ruca era protagonista da noitada até às tantas, vomitava em cima dos lavadores de ruas da CML, pontapeava o guarda-lamas do carro depois de apertar o "téne", apalpava as mamas à garina do encontro fortuito e entrava em casa não na zona do Carmo mas nas Galinheiras ou no Vale Fundão.
É por isso que eu uso Vodafone, que sempre tem os Bloc Party como banda sonora.
Se a TMN espelhasse o povo Ruca era protagonista da noitada até às tantas, vomitava em cima dos lavadores de ruas da CML, pontapeava o guarda-lamas do carro depois de apertar o "téne", apalpava as mamas à garina do encontro fortuito e entrava em casa não na zona do Carmo mas nas Galinheiras ou no Vale Fundão.
É por isso que eu uso Vodafone, que sempre tem os Bloc Party como banda sonora.
O blogue feito pelos seus leitores ou de Sandro como um ícone babado
"Sandro discutia a validade das teorias de Rousseau quando Ruca o interrompeu para afirmar que gostava mais quando elas roçavam sem teorias."
cortesia da clarisca, mastermind do moulin-rose, que sempre é menos cabaré.
"Sandro discutia a validade das teorias de Rousseau quando Ruca o interrompeu para afirmar que gostava mais quando elas roçavam sem teorias."
cortesia da clarisca, mastermind do moulin-rose, que sempre é menos cabaré.
terça-feira, novembro 22, 2005
Da barra dos links
duas novas entradas: 1 Pouco Mouco, com música à lupa de um entendido e O Franco Atirador, dedicado à política à portuguesa e outras trivialidades. A visitar.
duas novas entradas: 1 Pouco Mouco, com música à lupa de um entendido e O Franco Atirador, dedicado à política à portuguesa e outras trivialidades. A visitar.

Não te deixarei morrer Homofóbico Crockett
«Duas miúdas de 14 ou 15 anos foram chamadas e repreendidas pelo conselho directivo da respectiva escola pelo facto de andarem a exibir a sua mútua atracção, através de beijos e apalpões, perante a plateia da escola.»
Com estas palavras está dado o mote para mais um artigo do grande marialva, caçador-conquistador, viajante literário e fumador hardcore [no sentido hetero, claro] Miguel Sousa Tavares. A preguiça e um abcesso num dente impedem-me de copiá-lo na íntegra, até porque para contaminação já me basta um pré-molar.
«Esta teoria do primado absoluto do "direito à orientação sexual" está-se a tornar uma espécie de ditadura bem-pensante, que funciona por um método "terrorista" de silenciamento dos discordantes»
Contra o politicamente correcto marchar já e Vieira não pode estar mais de acordo!!! Tratem-se os bois pelos nomes. Sousa Tavares não é apenas um cronista, é mesmo um grande troglodita!
segunda-feira, novembro 21, 2005
Serviço público
junto segue a informação que me caiu na caixa postal. Cuidado, porque tem sexo à mistura.
"ANTE-ESTREIA
Doutor Estranho Amor
Ou como aprendi a amar o preservativo e deixei de me preocupar

Um documentário de Leonor Areal, seguido de debate com Inês Pedrosa, Miguel Vale de Almeida e José Manuel Costa
25 Novembro 2005, sexta-feira, 21h30
Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema
Sinopse
Este documentário mostra uma Brigada de estudantes de medicina que faz prevenção da SIDA numa escola. Ao longo de 10 semanas, acompanhamos os seus insucessos e conquistas junto de uma turma difícil, mas com personagens muito interessantes. Um filme que nos coloca inúmeras questões sobre como falar de sexualidade e que constitui um estudo de caso indispensável ao actual debate sobre educação sexual.
As Brigadas Universitárias de Intervenção são grupos voluntários de estudantes de medicina que se deslocam às escolas para actuar na prevenção de comportamentos de risco e da SIDA. Doutor Estranho Amor acompanha a acção de uma Brigada junto de uma turma de adolescentes, centrando o seu olhar no confronto de valores dos intervenientes e nos laços entre eles criados, ao longo desta experiência de mudar comportamentos e consciências."
Caros leitores, bom proveito.
junto segue a informação que me caiu na caixa postal. Cuidado, porque tem sexo à mistura.
"ANTE-ESTREIA
Doutor Estranho Amor
Ou como aprendi a amar o preservativo e deixei de me preocupar

Um documentário de Leonor Areal, seguido de debate com Inês Pedrosa, Miguel Vale de Almeida e José Manuel Costa
25 Novembro 2005, sexta-feira, 21h30
Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema
Sinopse
Este documentário mostra uma Brigada de estudantes de medicina que faz prevenção da SIDA numa escola. Ao longo de 10 semanas, acompanhamos os seus insucessos e conquistas junto de uma turma difícil, mas com personagens muito interessantes. Um filme que nos coloca inúmeras questões sobre como falar de sexualidade e que constitui um estudo de caso indispensável ao actual debate sobre educação sexual.
As Brigadas Universitárias de Intervenção são grupos voluntários de estudantes de medicina que se deslocam às escolas para actuar na prevenção de comportamentos de risco e da SIDA. Doutor Estranho Amor acompanha a acção de uma Brigada junto de uma turma de adolescentes, centrando o seu olhar no confronto de valores dos intervenientes e nos laços entre eles criados, ao longo desta experiência de mudar comportamentos e consciências."
Caros leitores, bom proveito.

O melhor amigo do Homem
cumpriu-se a profecia King Kard e já vi a película. E agora, mais cinco anos de jejum? Mesmo com catástrofes à mistura espera-se que não.
domingo, novembro 20, 2005

Gente com classe
uma pérola de "jornalismo" produzida pela social-inimputável Pimpinha Jardim e publicada no cada vez menos recomendável O Independente. Vou fazer como no Euronews, trasncrevo e digo Sem Comentários.
"Todos a bordo!
O cruzeiro a África foi uma locura. Pode mesmo dizer-se que foi o cruzeiro das festas, como alguns dos convidados chamavam ao navio em que Luís Evaristo nos presenteou com mais um BeOne on Board.
Sexta-feira, embarque às 17h00, seguido dos devidos preparativos para o jantar de gala a bordo; mais tarde, já com as roupas trocadas, o festão decorreu em duas discotecas e quase ninguém dormiu, tal era a vontade de não perder pitada.
Sábado chegámos a Tânger por volta das 14h00, desembarcámo-nos e dirigimo-nos à Medina e ao mercado, com a ajuda de um guia que tentou levar-nos a todo o lado menos aonde queríamos. O que quer que eu tente descrever não é nada comparado com a realidade. Tânger é bastante feia, muito suja e as pessoas têm um aspecto assustador. Por várias vezes tentaram aldrabar-nos, chegando a limites inauditos como o de nos pedirem três mil euros por uma garrafa de água! Apesar de já ter viajado muito, nunca tinha visto uma cultura assim e sendo eu loira não me senti nada segura ou confortável com a cidade... Resumindo, acabei por não comprar quase nada e voltei ao barco mais cedo do que era suposto. Já em segurança, animou-me a festa marroquina, com toda a gente trajada a rigor.
A seguir ao jantar, mais um festão que voltou a acabar de madrugada, e desta vez não deu mesmo para dormir já que fomos expulsos dos camarotes às 9h00, para só conseguirmos sair do navio lá para as 14h00. Tudo porque um marroquino se infiltrara no barco e passara uma noite em grande, uma quebra inadmissível na segurança. Já cá fora, esperava-nos um grupo de policias, com cães, para se certificarem de que ninguém vinha carregado de mercadorias ilegais, e não sei como é que, depois de tantos avisos da organização, ainda houve quem fosse apanhado com droga na mala!De volta a casa, a única coisa que queria mesmo era a minha cama, onde caí redonda e só acordei na segunda para ir para as aulas. Mas o saldo foi bastante positivo. Aliás, devia haver mais gente a arriscar fazer eventos como estes; já estamos todos fartos dos lançamentos, cocktails e festas em terra!"
sábado, novembro 19, 2005

Sondagem agridoce
depois de 10 dias de consulta, a sondagem agridoce relativa aos conflitos em França tem um vencedor declarado - Valentina Torres, com 48% dos votos. Imputa-se assim uma responsabilidade de peso a alguém que se calhar pensa que Clichy-sous-Bois é o nome do amaciador do marido.
Os resultados deste inquérito dizem muito sobre o autor do blogue, sobre os seus visitantes e, de entre esses, sobre quem participa neste tipo de questionários inconsequentes. Para a semana há mais, portanto.

Ressurreição
o meu amigo Romero imbuiu-se de cristandade e ressuscitou o seu Contradictorium. Ilustração e BD são as palavras fortes da casa, diz ele. A seguir com atenção gráfica.
sexta-feira, novembro 18, 2005
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