quarta-feira, julho 13, 2005
terça-feira, julho 12, 2005
Crónicas Alfacinhas I
Dia morno, 2ª feira igual a tantas outras em bairro de alta pluviosidade social. Mesmo sem zaragata de monta, um popular largou um proverbial cagalhão à porta do gabinete dos (semi) poderes públicos que gerem o dito. O dito bairro, claro. Em Lisboa. Uma valente bosta. Humana. Os mais espirituosos que por lá fazem quotidioano e ganha-pão olham e riem. Tudo normal no país real.
Dia morno, 2ª feira igual a tantas outras em bairro de alta pluviosidade social. Mesmo sem zaragata de monta, um popular largou um proverbial cagalhão à porta do gabinete dos (semi) poderes públicos que gerem o dito. O dito bairro, claro. Em Lisboa. Uma valente bosta. Humana. Os mais espirituosos que por lá fazem quotidioano e ganha-pão olham e riem. Tudo normal no país real.
Do portuguesismo
momento que ilustra a alma e o sentir português - a definição de "desenrascanço" pela democraticíssima Wikipédia
momento que ilustra a alma e o sentir português - a definição de "desenrascanço" pela democraticíssima Wikipédia
Dos lamentáveis alarmismos
vale a pena ir aqui para ler - e ver - uma linda estória mal contada. De rir para não chorar, Portugal século XXI
vale a pena ir aqui para ler - e ver - uma linda estória mal contada. De rir para não chorar, Portugal século XXI
Blogoesféricos
nem tudo foram más notícias nos últimos tempos. O prolífico Zé Mário, autêntico homem-polvo da blogosfera lançou mais um tentáculo às mentes interessadas e criou o letra minúscula. Mais um apeadeiro a não falhar na linha de escrita do moço.
nem tudo foram más notícias nos últimos tempos. O prolífico Zé Mário, autêntico homem-polvo da blogosfera lançou mais um tentáculo às mentes interessadas e criou o letra minúscula. Mais um apeadeiro a não falhar na linha de escrita do moço.
segunda-feira, julho 11, 2005
FODA-SE CÁRÁLHO QUE FILHA DA PUTICE (desculpe-se o vernáculo do recém-chegado à civilização)
Um gajo ausenta-se duas míseras semanas e conta desgraças mil. O IVA trepou para os 21, ou seja, chegou à maioridade anglo-saxónica e empurrou o povo de Elvas para as compras em Badajoz, Londres que ainda há pouco visitei andou sacudida por mochilas de caril demasiado spicy, o Barnabé deu-se de finados, sem apelo nem agravo e ainda nem sequer entendi o que aconteceu, o Alberto João virou a gramática para os chineses e não se vislumbram melhoras [ para quando a independência?], a Shakira actou no Live 8, como se a fome em África não fosse castigo suficiente, o furacão Dennis varreu o povo do Haiti, da Jamaica e de Cuba, que isso dos embargos não diz nada aos desastres naturais, vai tudo a eito, o jogo do Ronald McDonald lembrou a inutilidade do estádio de Loulé com as suas bancadas cheias...de vento, os fogos lambem as casas de norte a sul do país, pois que isso de lamber as florestas já foi chão que deu chamas, em Lisboa há um viaduto fechado ao cimo da José Malhoa com sinais evidentes de ruína eminente, vá lá ainda não culparam a malta da mesquita, a Elsa "Plásticas" Raposo entra no mundo da política e se calhar vai amealhar votos, enfim.....................o panorama é de antologia.
Estou de volta, ai estou, estou.
Um gajo ausenta-se duas míseras semanas e conta desgraças mil. O IVA trepou para os 21, ou seja, chegou à maioridade anglo-saxónica e empurrou o povo de Elvas para as compras em Badajoz, Londres que ainda há pouco visitei andou sacudida por mochilas de caril demasiado spicy, o Barnabé deu-se de finados, sem apelo nem agravo e ainda nem sequer entendi o que aconteceu, o Alberto João virou a gramática para os chineses e não se vislumbram melhoras [ para quando a independência?], a Shakira actou no Live 8, como se a fome em África não fosse castigo suficiente, o furacão Dennis varreu o povo do Haiti, da Jamaica e de Cuba, que isso dos embargos não diz nada aos desastres naturais, vai tudo a eito, o jogo do Ronald McDonald lembrou a inutilidade do estádio de Loulé com as suas bancadas cheias...de vento, os fogos lambem as casas de norte a sul do país, pois que isso de lamber as florestas já foi chão que deu chamas, em Lisboa há um viaduto fechado ao cimo da José Malhoa com sinais evidentes de ruína eminente, vá lá ainda não culparam a malta da mesquita, a Elsa "Plásticas" Raposo entra no mundo da política e se calhar vai amealhar votos, enfim.....................o panorama é de antologia.
Estou de volta, ai estou, estou.
domingo, julho 10, 2005
sexta-feira, junho 24, 2005
Anúncio à mão-cheia de tarados que insiste em visitar este blogue
O agridoce vai parar durante duas semanas, a cause de umas férias do seu único e exclusivo dono. O estalisnismo deste blogue é absoluto e em o chefe não estando não haverá mais postas de pescada durante os próximos dias. O blogue pára e em princípio volta. A ver vamos, como diz o ceguinho, a reflexão far-se-á sob um sol inclemente e recuperador. Até jazz.
O agridoce vai parar durante duas semanas, a cause de umas férias do seu único e exclusivo dono. O estalisnismo deste blogue é absoluto e em o chefe não estando não haverá mais postas de pescada durante os próximos dias. O blogue pára e em princípio volta. A ver vamos, como diz o ceguinho, a reflexão far-se-á sob um sol inclemente e recuperador. Até jazz.
Confissões de um taxista IX [epílogo]
"Aqui ao pé da sua casa é que está a melhor casa de Lisboa. O Elefante Branco. Claro que aquilo não é para mim, não é prá minha carteira. Mas costumo transportar uma tipa de lá que ganha 3 mil contos limpos por mês. Cada foda, 100 contos. E os gajos pagam, aquilo deve ser muito bom. Acredite em mim, pachacha dá dinheiro. Muito dinheiro. Se eu fosse gaja, com o que eu gosto de foder, ficava rico num instante. Fazia tudo. Era a mulher puta de Lisboa, não tenha dúvidas".
Paguei e saí.
"Aqui ao pé da sua casa é que está a melhor casa de Lisboa. O Elefante Branco. Claro que aquilo não é para mim, não é prá minha carteira. Mas costumo transportar uma tipa de lá que ganha 3 mil contos limpos por mês. Cada foda, 100 contos. E os gajos pagam, aquilo deve ser muito bom. Acredite em mim, pachacha dá dinheiro. Muito dinheiro. Se eu fosse gaja, com o que eu gosto de foder, ficava rico num instante. Fazia tudo. Era a mulher puta de Lisboa, não tenha dúvidas".
Paguei e saí.
Confissões de um taxista VIII
"eu digo-lhe uma coisa, um gajo para andar nesta vida ou está muito bem casado ou então arruina-se todo. Eu sou divorciado, claro, tenho um puto...ando na vida do táxi há dez anos e é complicado. Agora vivo com uma brasileira, está lá por casa. Quer dizer, no fundo tenho foda à borla. Mas como ela me fode de outras maneiras, fode-me o dinheiro, é justo. É como uma troca, vá lá."
"eu digo-lhe uma coisa, um gajo para andar nesta vida ou está muito bem casado ou então arruina-se todo. Eu sou divorciado, claro, tenho um puto...ando na vida do táxi há dez anos e é complicado. Agora vivo com uma brasileira, está lá por casa. Quer dizer, no fundo tenho foda à borla. Mas como ela me fode de outras maneiras, fode-me o dinheiro, é justo. É como uma troca, vá lá."
quinta-feira, junho 23, 2005
Confissões de um taxista VII
"Lá em África, na zona em que eu vivia, havia duas putas, com uma palhota uma ao lado da outra. O mais giro era quando vinha a tropa. Chegavam ao monte, em cima das berlingas e estacionavam lá para se aviarem. Eu e um amigo meu ficávamos à coca a ver os tropas a irem lá. Uma vez esse meu amigo até se foi pôr no telhado da palhota para espreitar o magala com a preta, aquilo cedeu - era de colmo ou lá o que era quela merda - e o gajo veio parar cá abaixo. Foi demais, caiu em cima do magala quando ele estava a foder a preta!! Os gajos faziam fila cá fora, aos 20 ou 30, imagine o que era aquilo. As pretas nem se levantavam da esteira, era sempre a aviar. O primeiro ainda apanhava aquilo bonzinho, agora o último...devia lá ficar a nadar."
"Lá em África, na zona em que eu vivia, havia duas putas, com uma palhota uma ao lado da outra. O mais giro era quando vinha a tropa. Chegavam ao monte, em cima das berlingas e estacionavam lá para se aviarem. Eu e um amigo meu ficávamos à coca a ver os tropas a irem lá. Uma vez esse meu amigo até se foi pôr no telhado da palhota para espreitar o magala com a preta, aquilo cedeu - era de colmo ou lá o que era quela merda - e o gajo veio parar cá abaixo. Foi demais, caiu em cima do magala quando ele estava a foder a preta!! Os gajos faziam fila cá fora, aos 20 ou 30, imagine o que era aquilo. As pretas nem se levantavam da esteira, era sempre a aviar. O primeiro ainda apanhava aquilo bonzinho, agora o último...devia lá ficar a nadar."
quarta-feira, junho 22, 2005
Confissões de um taxista VI
"eu digo-lhe uma coisa, um gajo se não é bem casado dá cabo da vida num instante. Ando com o táxi há 10 anos e sou divorciado. As gajas atiram-se a nós pá. No outro dia apanhei uma brasileira em Queluz que foi logo direita ao assunto 'preciso que me leve a Lisboa mas não pago com dinheiro'. Logo assim, sem mais. Eu, como agora moro em Queluz levei-a lá para casa e foi demais. Uma foda como já não tinha há muito tempo, incrível a gaja, um avião, ainda por cima assim inesperado. Depois levei-a de borla a Lisboa, claro. Ficou-me a foda por 20 euros. Quer dizer...descontando os meus 7 de percentagem, ficou-me por 13. Nada mau, a gaja era espectacular. Até lhe dei o meu telemóvel, para ela ligar quando precisasse de táxi. Só que a gaja nunca ligou, uma pena...grande foda."
"eu digo-lhe uma coisa, um gajo se não é bem casado dá cabo da vida num instante. Ando com o táxi há 10 anos e sou divorciado. As gajas atiram-se a nós pá. No outro dia apanhei uma brasileira em Queluz que foi logo direita ao assunto 'preciso que me leve a Lisboa mas não pago com dinheiro'. Logo assim, sem mais. Eu, como agora moro em Queluz levei-a lá para casa e foi demais. Uma foda como já não tinha há muito tempo, incrível a gaja, um avião, ainda por cima assim inesperado. Depois levei-a de borla a Lisboa, claro. Ficou-me a foda por 20 euros. Quer dizer...descontando os meus 7 de percentagem, ficou-me por 13. Nada mau, a gaja era espectacular. Até lhe dei o meu telemóvel, para ela ligar quando precisasse de táxi. Só que a gaja nunca ligou, uma pena...grande foda."
A este ritmo não sobra nada para arrastar
"Quase 80 por cento de Portugal continental em seca extrema ou severa"
"Quase 80 por cento de Portugal continental em seca extrema ou severa"
Confissões de um taxista V
"Um gajo apanha coisas incríveis. No outro dia apanhei uma preta que queria ir de Massamá para Lisboa. Ali para a discoteca 'Mussulo', não sei se conhece. Não? Pois, é uma discoteca de pretos. Chegamos lá e a corrida era 15 euros. A gaja vira-se e diz 'escute sr. motorista, eu tenho dinheiro na carteira para pagar mas preciso do dinheiro trocado para gastar na discoteca. Podia pagar-lhe com um broche'. Eh pá eu não 'tava praí virado e disse 'a senhora tem de pagar a corrida, não quero saber de mais nada. Deve-me 15 euros'. E a gaja 'já lhe disse que lhe faço um broche'. Eu 'tava a ver aquilo mal parado e vi que estavam dois polícias à porta da discoteca. Dei uma buzinadela e os gajos vieram ao pé do carro. 'O que é que se passa?' E eu 'Sr guarda esta senhora - veja lá que eu ainda a estava a tratar por senhora - deve-me 15 euros da corrida e diz que quer pagar com um broche'. O gajo enfia a cabeça no táxi e diz 'a senhora tem de pagar o que deve, pague lá os 15 euros'. E a gaja 'Sr polícia, então fazemos assim: eu faço um broche primeiro ao Sr polícia e depois o Sr diz ao Sr motorista se eu não faço bem feitinho!!'
"Um gajo apanha coisas incríveis. No outro dia apanhei uma preta que queria ir de Massamá para Lisboa. Ali para a discoteca 'Mussulo', não sei se conhece. Não? Pois, é uma discoteca de pretos. Chegamos lá e a corrida era 15 euros. A gaja vira-se e diz 'escute sr. motorista, eu tenho dinheiro na carteira para pagar mas preciso do dinheiro trocado para gastar na discoteca. Podia pagar-lhe com um broche'. Eh pá eu não 'tava praí virado e disse 'a senhora tem de pagar a corrida, não quero saber de mais nada. Deve-me 15 euros'. E a gaja 'já lhe disse que lhe faço um broche'. Eu 'tava a ver aquilo mal parado e vi que estavam dois polícias à porta da discoteca. Dei uma buzinadela e os gajos vieram ao pé do carro. 'O que é que se passa?' E eu 'Sr guarda esta senhora - veja lá que eu ainda a estava a tratar por senhora - deve-me 15 euros da corrida e diz que quer pagar com um broche'. O gajo enfia a cabeça no táxi e diz 'a senhora tem de pagar o que deve, pague lá os 15 euros'. E a gaja 'Sr polícia, então fazemos assim: eu faço um broche primeiro ao Sr polícia e depois o Sr diz ao Sr motorista se eu não faço bem feitinho!!'
terça-feira, junho 21, 2005
Confissões de um taxista IV
"esse meu amigo tinha uma gaja que queria que ele fosse chulo dela. Uma vez fomos encontrá-la e ela estava com uma amiga, também puta, que sabia da história. Assim sem mais nem menos virou-se pró meu amigo e disse 'gajo que quisesse ser meu chulo tinha de me lamber a cona quando eu estivesse menstruada'. A gaja disse mesmo isto, é verdade!! Mas o gajo não se ficou e respondeu logo 'e gaja que quisesse ser minha puta tinha de me lamber o cu quando eu estivesse de diarreia'. Já viu? O gajo tinha logo resposta."
"esse meu amigo tinha uma gaja que queria que ele fosse chulo dela. Uma vez fomos encontrá-la e ela estava com uma amiga, também puta, que sabia da história. Assim sem mais nem menos virou-se pró meu amigo e disse 'gajo que quisesse ser meu chulo tinha de me lamber a cona quando eu estivesse menstruada'. A gaja disse mesmo isto, é verdade!! Mas o gajo não se ficou e respondeu logo 'e gaja que quisesse ser minha puta tinha de me lamber o cu quando eu estivesse de diarreia'. Já viu? O gajo tinha logo resposta."
Confissões de um taxista III
"Vim para Lisboa há 30 anos, tinha 18. A primiera vez que fui às putas de cá foi com um amigo meu, mais velho, um putanheiro do caralho. Fomos jantar à Portuguália, o sítio era ali ao pé. Agora é um escritório de advogados, veja lá. Lá fomos e eu ia um bocado desprevenido, nem sequer ia para a foda. Mas o gajo lá se entreteu com uma e eu fiquei na sala, com as gajas...até que a patroa disse 'escolhe uma que o teu amigo pagou 300 paus para tu te divertires'. Lá fui com uma, de mão dada...eu até tremia. No quarto despi-me e deixei ficar as cuecas. Sentei-me na cama, cheio de medo e ela 'então não te despes todo?'. Lá me despi e a gaja fez-me um broche. Hiii, cum caneco, nunca me tinham feito aquilo, comecei com umas cócegas que só me dava vontade de rir, mas com o entusiasmo vim-me logo. Depois fiquei lá, os 300 paus eram cona-cu-e-broche por isso estive lá praí uma hora. Até que a dona veio bater à porta a dizer 'vamos lá a despachar que isto não é nenhum hotel' ".
"Vim para Lisboa há 30 anos, tinha 18. A primiera vez que fui às putas de cá foi com um amigo meu, mais velho, um putanheiro do caralho. Fomos jantar à Portuguália, o sítio era ali ao pé. Agora é um escritório de advogados, veja lá. Lá fomos e eu ia um bocado desprevenido, nem sequer ia para a foda. Mas o gajo lá se entreteu com uma e eu fiquei na sala, com as gajas...até que a patroa disse 'escolhe uma que o teu amigo pagou 300 paus para tu te divertires'. Lá fui com uma, de mão dada...eu até tremia. No quarto despi-me e deixei ficar as cuecas. Sentei-me na cama, cheio de medo e ela 'então não te despes todo?'. Lá me despi e a gaja fez-me um broche. Hiii, cum caneco, nunca me tinham feito aquilo, comecei com umas cócegas que só me dava vontade de rir, mas com o entusiasmo vim-me logo. Depois fiquei lá, os 300 paus eram cona-cu-e-broche por isso estive lá praí uma hora. Até que a dona veio bater à porta a dizer 'vamos lá a despachar que isto não é nenhum hotel' ".
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