Genéricos já apresentaram queixa na esquadra e estão a ser acompanhados por psicólogos
"Maioria dos médicos e dos farmacêuticos viola lei dos genéricos"
Público, 16 junho
quinta-feira, junho 16, 2005
Amor e têxteis chineses
Ela pediu-lhe que usasse cláusula de salvaguarda. Ele recusou, dizendo que usar a cláusula era como comer um rebuçado com plástico. Da imprecaução surgiu um dumping indesejado. Ele limpou-se de responsabilidades e exportou-se para parte incerta. Ela é acusada de ter abandonado a deslocalização num contentor do lixo.
Ela pediu-lhe que usasse cláusula de salvaguarda. Ele recusou, dizendo que usar a cláusula era como comer um rebuçado com plástico. Da imprecaução surgiu um dumping indesejado. Ele limpou-se de responsabilidades e exportou-se para parte incerta. Ela é acusada de ter abandonado a deslocalização num contentor do lixo.
quarta-feira, junho 15, 2005
Epílogo

[imagem roubada ao Filipe Moura do BdE]
Uma despedida emocional à medida do homem. Agora, olhar em frente.
[imagem roubada ao Filipe Moura do BdE]
Uma despedida emocional à medida do homem. Agora, olhar em frente.
Moscovo de papel

em dia de despedida formal de Álvaro Cunhal, um link para uma Moscovo que não passou do papel, uma Moscovo utopizada nos anos 30 que não foi para a frente, mesmo na época em que tudo parecia possível e em que Cunhal terá por lá passado inúmeras vezes. O sistema desabou mas as utopias são isso mesmo - lugares que se idelaizam mas que não se constroem. Ficaram as ilustrações de génio, para consultar.

em dia de despedida formal de Álvaro Cunhal, um link para uma Moscovo que não passou do papel, uma Moscovo utopizada nos anos 30 que não foi para a frente, mesmo na época em que tudo parecia possível e em que Cunhal terá por lá passado inúmeras vezes. O sistema desabou mas as utopias são isso mesmo - lugares que se idelaizam mas que não se constroem. Ficaram as ilustrações de génio, para consultar.
terça-feira, junho 14, 2005
Do regresso às lides
desgosta-me voltar a bloggar para comentar política mesquinha, de "p" pequenino. Acontece que ontem vi a reportagem do funeral do ex-primeiro-ministro Vasco Gonçalves ao qual não se deslocou qualquer representação do Estado ou do Governo. Ignorado pelas "altas instâncias" filhas da subvenção vitalícia, o homem que mais caminhou sobre brasas no período mais difícl a seguir à morte do estado novo foi acompanhado no final pela populaça anónima, o que não é necessariamente mau. É apenas má educação de Estado. Crítico.
desgosta-me voltar a bloggar para comentar política mesquinha, de "p" pequenino. Acontece que ontem vi a reportagem do funeral do ex-primeiro-ministro Vasco Gonçalves ao qual não se deslocou qualquer representação do Estado ou do Governo. Ignorado pelas "altas instâncias" filhas da subvenção vitalícia, o homem que mais caminhou sobre brasas no período mais difícl a seguir à morte do estado novo foi acompanhado no final pela populaça anónima, o que não é necessariamente mau. É apenas má educação de Estado. Crítico.
segunda-feira, junho 13, 2005
até breve Eugénio, ficam-te as palavras a meio
Adeus
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
E eu acreditava!
Acreditava,
porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os teus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os teus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...
já não se passa absolutamente nada.
E, no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos nada que dar.
Dentro de ti
Não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
Adeus
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
E eu acreditava!
Acreditava,
porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os teus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os teus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...
já não se passa absolutamente nada.
E, no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos nada que dar.
Dentro de ti
Não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
domingo, junho 12, 2005
sábado, junho 11, 2005
sexta-feira, junho 10, 2005
quinta-feira, junho 09, 2005
Tempo de antena
Foram os primeiros a usar a caixa de correio aqui do pardieiro. E continuam a ser quase os únicos a fazê-lo. Cá vai.
"Grupo dos Amigos de Olivença www.olivenca.org Divulgação 08-2005
Saiu o Boletim OLIVENÇA-PORTUGAL de Maio/2005, disponível para consulta
em:http://www.olivenca.org/boletins/Bol_GAO_200505.pdfLx., 31-05-2005"
Foram os primeiros a usar a caixa de correio aqui do pardieiro. E continuam a ser quase os únicos a fazê-lo. Cá vai.
"Grupo dos Amigos de Olivença www.olivenca.org Divulgação 08-2005
Saiu o Boletim OLIVENÇA-PORTUGAL de Maio/2005, disponível para consulta
em:http://www.olivenca.org/boletins/Bol_GAO_200505.pdfLx., 31-05-2005"
quarta-feira, junho 08, 2005
Quioto, surrealismo e caminhos de ferro
"Senhores passageiros, a circulação está interrompida devido a um problema técnico que, provavelmente, terá a ver com o aquecimento global. Assim que houver condições retomaremos o nosso trajecto. Obrigado pela compreensão".
Maquinista da CP ao altifalante no trajecto Sintra-Lisboa
"Senhores passageiros, a circulação está interrompida devido a um problema técnico que, provavelmente, terá a ver com o aquecimento global. Assim que houver condições retomaremos o nosso trajecto. Obrigado pela compreensão".
Maquinista da CP ao altifalante no trajecto Sintra-Lisboa
terça-feira, junho 07, 2005
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