Ainda há quem queira enterrar mais o Menino
"Funerárias em revolta contra lei promulgada nos últimos dias do Governo de Santana Lopes"
DN, 18 Abril
sábado, abril 16, 2005
sexta-feira, abril 15, 2005
Do fim das utopias
Ou muito me engano ou o frenesi matinal de polícias várias no meu bairro, com direito a shotgun e passa-montanhas, vai ter como desenlace o fim da última casa okupada em Lisboa.
Ou muito me engano ou o frenesi matinal de polícias várias no meu bairro, com direito a shotgun e passa-montanhas, vai ter como desenlace o fim da última casa okupada em Lisboa.
Do afastamento da realidade
Cada vez que leio um artigo do decano Bénard da Costa (adoro pessoas com nome de pastelarias) imagino-o sempre como a materialização de uma memória de infância. Bénard é o meu professor Bal-Bal-Baltazar. Morre o Papa, há revoluções, acontecem tsunamis e nada abala o mundo próprio deste Professor, embrenhado no seu foguetão e nos cogumelos mágicos, com Júlio Verne à mistura. Como são cogumelos à Bénard, eu prefiro os de chocolate.
Cada vez que leio um artigo do decano Bénard da Costa (adoro pessoas com nome de pastelarias) imagino-o sempre como a materialização de uma memória de infância. Bénard é o meu professor Bal-Bal-Baltazar. Morre o Papa, há revoluções, acontecem tsunamis e nada abala o mundo próprio deste Professor, embrenhado no seu foguetão e nos cogumelos mágicos, com Júlio Verne à mistura. Como são cogumelos à Bénard, eu prefiro os de chocolate.
quinta-feira, abril 14, 2005
quarta-feira, abril 13, 2005
terça-feira, abril 12, 2005
A Liberdade é uma coisa linda
"CML sem planos para o 25 de Abril", noticia o DN na edição desta 3ª feira, dia de Feira da Ladra. Após o número 30, redondo e gordo como um ovo, com evolução no lugar do R, vem o deserto de actividades, já para não falar de ideias, que essas estão mais canalizadas para karts e gelo, actividades com muita matriz histórica, sobretudo alfacinha. Se me questionarem acerca da ausência de plano até acho bom e bem, já que plano no 25 de Abril me cheira a golpe e não me apetecia nada acordar nesse dia com uma chaimite à porta e uma gigantesca efígie do Pedro Lopes a tirar-me a luz ao terraço. No fundo a gestão que guia as mulas da Cidade em registo para-a-frente-é-que-é caminho acaba por dar ponto e nó - poupa uns tostões em quadra de guerra ao défice, mesmo reformulado, e toma a Liberdade de não comemorar NADA, prerrogativa aliás que se costuma associar ao 25 do 4. Para que foi a Evolução se depois não temos a liberdade de não a assinalar? De tanto se falar nela ainda se estraga, melhor será andarmos por aí a usufruí-la, adoptando o registo sábio do errático Pedro Lopes. Não sei por onde vou mas não vou por aí, lá garatujou o poeta, que Lisboa é terra de muitos e bons. E de homens livres é do que mais precisamos, homens que não se agarrem à mesquinhez das efemérides, essa comichão nostálgica dos anos passados. A divergir está apenas a vereadora que comanda a juventude, ela própria uma jovem promissora que já é uma certeza, passe-se a contradição para a beira do prato. Organiza debates, dizem eles. Mulher livre e de impulsos soltos, também ela já tem assumido de peito aberto liberdades várias como a de sanear, verbo muito em voga nos tempos de Abril. Ela não só não o esqueceu como o praticou com as letras todas. E trouxe gente nova para o éden municipal, gente fiel e de boa cepa, a quem evitou as agruras do desemprego. Más línguas falam em factor C. Discordo e é como digo, de gente livre é que a gente precisa. Não de comemorações e fanfarras.
"CML sem planos para o 25 de Abril", noticia o DN na edição desta 3ª feira, dia de Feira da Ladra. Após o número 30, redondo e gordo como um ovo, com evolução no lugar do R, vem o deserto de actividades, já para não falar de ideias, que essas estão mais canalizadas para karts e gelo, actividades com muita matriz histórica, sobretudo alfacinha. Se me questionarem acerca da ausência de plano até acho bom e bem, já que plano no 25 de Abril me cheira a golpe e não me apetecia nada acordar nesse dia com uma chaimite à porta e uma gigantesca efígie do Pedro Lopes a tirar-me a luz ao terraço. No fundo a gestão que guia as mulas da Cidade em registo para-a-frente-é-que-é caminho acaba por dar ponto e nó - poupa uns tostões em quadra de guerra ao défice, mesmo reformulado, e toma a Liberdade de não comemorar NADA, prerrogativa aliás que se costuma associar ao 25 do 4. Para que foi a Evolução se depois não temos a liberdade de não a assinalar? De tanto se falar nela ainda se estraga, melhor será andarmos por aí a usufruí-la, adoptando o registo sábio do errático Pedro Lopes. Não sei por onde vou mas não vou por aí, lá garatujou o poeta, que Lisboa é terra de muitos e bons. E de homens livres é do que mais precisamos, homens que não se agarrem à mesquinhez das efemérides, essa comichão nostálgica dos anos passados. A divergir está apenas a vereadora que comanda a juventude, ela própria uma jovem promissora que já é uma certeza, passe-se a contradição para a beira do prato. Organiza debates, dizem eles. Mulher livre e de impulsos soltos, também ela já tem assumido de peito aberto liberdades várias como a de sanear, verbo muito em voga nos tempos de Abril. Ela não só não o esqueceu como o praticou com as letras todas. E trouxe gente nova para o éden municipal, gente fiel e de boa cepa, a quem evitou as agruras do desemprego. Más línguas falam em factor C. Discordo e é como digo, de gente livre é que a gente precisa. Não de comemorações e fanfarras.
segunda-feira, abril 11, 2005
Azeite João Pinto - a procriar desde 1988
"Depois de um ano de namoro escondido, João Pinto fala pela primeira vez da relação com Marisa Cruz e diz esperar que a cegonha lhe traga uma menina."
"Depois de um ano de namoro escondido, João Pinto fala pela primeira vez da relação com Marisa Cruz e diz esperar que a cegonha lhe traga uma menina."
Ladrão que rouba talento não se torna num Morais Sarmento
"Frequentar um ginásio sem gajas boas é como tomar óleo de fígado de bacalhau: sabemos que faz bem à saúde, mas é uma grande merda."
Tiro na mouche dos camaradas de aviário
"Frequentar um ginásio sem gajas boas é como tomar óleo de fígado de bacalhau: sabemos que faz bem à saúde, mas é uma grande merda."
Tiro na mouche dos camaradas de aviário
Ensaio sobre a cegueira
"Pessoalmente quero servir a construção do socialismo. E o DN vai ser um instrumento, nas mãos do povo português, para a construção dessa linha, já adoptada pelo Conselho Superior da Revolução e, ontem mesmo, pelo primeiro-ministro. Quem não estiver empenhado neste projecto, é melhor abandonar o Diário de Notícias".
José Saramago na tomada de pose do cargo de dirctor-adjunto do DN, 10/4/75
"Pessoalmente quero servir a construção do socialismo. E o DN vai ser um instrumento, nas mãos do povo português, para a construção dessa linha, já adoptada pelo Conselho Superior da Revolução e, ontem mesmo, pelo primeiro-ministro. Quem não estiver empenhado neste projecto, é melhor abandonar o Diário de Notícias".
José Saramago na tomada de pose do cargo de dirctor-adjunto do DN, 10/4/75
domingo, abril 10, 2005
sábado, abril 09, 2005
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