quarta-feira, março 23, 2005

De quando o poder político mete as unhas no poder judicial no país da Liberdade, repleto de crucifixos Posted by Hello
Cuidado José que o onanismo provoca cegueira

"Auto-elogio de Sócrates no fecho do debate do programa do governo".
No posto de escuta uma caldeirada de sabores Madchester, temperada com ambientes que Primal Scream e Happy Mondays não enjeitariam nos seus tachos. São jovens e encantam. Posted by Hello

terça-feira, março 22, 2005

Dreamer sexual

O sonho do crítico frustrado era que a mulher lhe fizesse uma mise en scène.

O homem que dá significado ao chavão "Tu estás lá, Rufus!" Posted by Hello

No agridoce música e design andam sempre de mãos dadas, mão com prótese ou ainda prótese com prótese Posted by Hello
Telas que me caem no goto X

Gustav Klimt "Judith I", 1901

Só dizes isso porque no teu tempo não havia o vício de actualizar um blogue, por entre milhentos afazeres

"Jamais me submeterei às horas: as horas foram feitas para o homem, e não o homem para as horas"

François Rabelais

segunda-feira, março 21, 2005

The Supper

Uma ceia tecida na publicidade, com direito a campanha proibida em Paris e Roma. Uma pena.

Verdade de La Palisse

Só fazem odes à chuva aqueles poetas que nunca tiveram de estender roupa.
Enquanto isso, os Cubanos do "Contenênte" vão pagando, cantando e rindo

"Derrapagem superior a 100 por cento em obras inauguradas por Jardim"
De repente todos lhe pareceram enormes

"Marques Mendes aplaudido de pé"
Do saudável ambiente de feira

Domingo, meio-dia e picos, linha verde do metro que nestes tempos uso mais por necessidade de braçadas e cloro. No meio da carruagem de semblantes cinzentos um casal de animadores monta o sound-system e desfila Guantanamera, La Bamba e My Way em versão castelhana. O povo bate o pezinho mas não desamarra a fronha. O gigante dá a volta com o copo de plástico agradecendo em antecipação. Rapo das moedas que tenho no bolso e lanço-lhas copo abaixo. Obrigado eu pá, que já me arrancaste um sorriso em domingo de chuva.
Um país, dois chinelos Posted by Hello

domingo, março 20, 2005

Memórias de um pândego

"Ao reassumir funções de Presidente da Câmara Municipal de Lisboa quero saudar calorosamente todos os Lisboetas.
Como é público, suspendi o mandato autárquico em Julho último por ter sido chamado ao exercício do cargo de Primeiro-Ministro num momento particularmente difícil.
Regresso à Presidência da Câmara Municipal de Lisboa para cumprir um dever que muito me honra. Faço-o com gosto, quando, como sempre, surgiram outros desafios na minha vida profissional. Quero, por isso, deixar claro que dou todo o meu trabalho até ao final do mandato sem procurar vantagens materiais.
Na ponderação que fiz, tendo terminado a missão que fui chamado a desempenhar, nenhuma razão superior existia que justificasse a renúncia a este mandato que, para todos, representa uma viragem na condução dos destinos de Lisboa. Sempre disse, mesmo quando exerci funções de Primeiro-Ministro que não há trabalho mais bonito em política do que o trabalho autárquico.
Regresso a sete meses das Eleições Autárquicas mas o dever não se mede em função do tempo que falta para terminar um mandato. Estou aqui para cumprir o programa que os Lisboetas sufragaram a 16 de Dezembro de 2001. Também em 1991, o Dr. Jorge Sampaio regressou à Presidência da Câmara Municipal de Lisboa depois de ter suspendido o mandato para disputar Eleições Legislativas com um resultado semelhante.
É devida uma palavra de louvor e de agradecimento ao Professor Doutor António Pedro Carmona Rodrigues pela forma tão dedicada e competente como, nos últimos sete meses, conduziu os destinos da Cidade correspondendo ao desafio que juntos aceitámos em 2001. Voltamos a trabalhar em conjunto. Do mesmo modo, continuo a contar com uma equipa excepcional para levar este trabalho até ao final do mandato e cumprir o programa com o empenho e colaboração de todos os Lisboetas para que, juntos, façamos de Lisboa uma Cidade cada vez melhor. "

adivinha quem escreveu??
Uma preocupação de milhares de portugueses

Definitivamente, mesmo num país de escassa dimensão territorial como o nosso, há lugar à diversidade, inclusive no capítulo das preocupações. No número de hoje do Público em que se pinta um panorama negro mas não supreendente da fome endémica e persistente, o Seabra diz que "o que resta, no palno das perspectivas, é notoriamente escasso: talvez a integral dos Quartetos pelos Ysaie, certamente o Quarteto Prazak e a Missa Solene pelos RIAS-Kammerchor e o Concerto Koln, o risco curioso com as Diabelli por Boris Berezovsky ou a hipótese, que também valerá arriscar, de descobrir dois jovens pianistas, Bertand Chamayou e sobretudo Jean Frédéric Neuberg (...) trata-se de uma inegável degradação".
Apreensão para milhares de portugueses, está visto.
Da excelência de Alexander Payne

Humor refinado, gente normal, dilemas existenciais, inteligência na interpretação, tudo regado com vinho de boas colheitas. Imperdível.

Da toponímia

Leio no Cibertúlia que foi criada em Lisboa a Rua Georges Zbyszewski, topónimo facílimo de soletrar. Fiz uma pequena busca e descubro que o pequeno Georges e respectiva família fugiram da Mãe Rússia aquando do advento bolchevique, para mais tarde se tornar doutor em Geologia, com eminente carreira em Portugal.
Em tempos de outras maiorias criaram-se ruas como a Mário Viegas, a António Variações ou a Bento Gonçalves, inquilino do Tarrafal. Sinal dos tempos, a liderança bicéfala de Lisboa soma e segue.

sábado, março 19, 2005


Do discurso de génio da Publicidade Posted by Hello
Dreamer no Calçadão

O sonho da Fátima era fazer uma Aparição em Felgueiras e não ser levada para uma cela como a pobre Lúcia.

sexta-feira, março 18, 2005


Mais uma pérola do design musical Posted by Hello
Palavras para quê? Posted by Hello
À atenção dos empreendedores de Amarante que procuram sigilo bancário

"Bordel de Zurique vai ser leiloado"

Público, 18 Março
Telas que me caem no goto IX

Vincent Van Gogh "Noite de Tempestade", 1889

Políticas do presidente George W. promovem criação de riqueza

"A produção de ópio afegã voltou a ser a maior do mundo, com 4000 tonelas em 2004, ano em que, de acordo com as Nações Unidas, representou 60 por cento do produto interno bruto do país".

quinta-feira, março 17, 2005

Como eu te compreendo Posted by Hello
De Trás-os-Montes com amor

Está cá fora mais um número da Periférica, o 12º, da tribo resistente de Vila Pouca de Aguiar, entrincheirada em literatura. Desta vez ilustrei um conto do J. Rentes de Carvalho, o que não o diminui [espero]. Caros dois leitores, procurem-na numa banca perto de vós pois a versão online só serve de aperitivo.

De como se relata um caso grave de finanças públicas sem mencionar uma única vez o agora sacrossanto e consensual bombeiro Carmona

Câmara deve 200 milhões a fornecedores
Dreamer contra o deboche

O sonho do professor César das Neves era beber um copo no Mastur Bar
Na parede, avistado por Celé

"Se a tourada é cultura o canibalismo é gastronomia"